A partir da organização de dados coletados pelo Cônego Manoel Valdery da Rocha no periodo em que ocorreu a campanha do plebiscito de Cruz, por meio das notas jornalisticas da época, pode-se construir um verdadeiro documentário sobre toda a história da Campanha plebiscitária de Cruz.
Neste etapa do trabalho estão sendo organizados todas as notas jornalísticas e posteriormente estarão sendo organizadas as imagens que farão parte de um conjunto que será concluído por meio de um livro que mostrará com fatos reais através das reportagens do Jornal Diário do Nordeste, O Povo, Tribuna do Ceará e Correio da Semana como tudo aconteceu.
A previsão para apresentação de todo o trabalho fica para o próximo aniversário de emancipação municipal na noite da biblioteca.
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Cinema na Comunidade na Campanha contra o racismo
As exibições do Cinema na Comunidade, que acontecem todas as quarta-feiras na Biblioteca Pública de Municipal de Cruz, em todas as suas sessões serão abertas pelo vídeo da Campanha contra o Racismo com Lázaro Ramos.
O objetivo é levar aos participantes do cinema a palavra do UNICEF a mais pessoas e integrar as ações por todo o município de maneira a combater o racismo e usar a ferramenta do cinema para visualizar de maneira diferente a campanha.
O objetivo é levar aos participantes do cinema a palavra do UNICEF a mais pessoas e integrar as ações por todo o município de maneira a combater o racismo e usar a ferramenta do cinema para visualizar de maneira diferente a campanha.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Equipes de Nossa Senhora de Cruz lançam Circular
O circular das Equipes de Nossa Senhora foi lançado em fevereiro de 2011 e já estão concretizando o segundo exemplar relatando fatos do grupo dentro da Comunidade de Cruz.
Confira na íntegra o texto fazendo o downloads do documento:
Confira na íntegra o texto fazendo o downloads do documento:
Fazem parte da organização do Circular: Setor Ceará Norte III. Casal Responsável de Setor - Rosângela e Fabrício. Casal Comunicação: Meiry e Raimundinho. Arte: Rubinha e Evaldo. Colaboradores: Casais Equipistas.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Material da Caravana - Prestação de Contas
A caravana do Esporte e da Música nos deixou uma ampla variedade de revistas, gibis, passatempos e livros.
Todo o material foi selecionado, separado e organizado em grupos de maneira que cada escola do Município e Núcleo de Pró-Jovem Adolescente pudesse ser contemplado com a aquisição deste material. Também foram beneficiados a Biblioteca Municipal de Cruz e uma parte interessante do Material ficou guardada para ser usada no Núcleo Movimento a ser instalado.
Os livros Causos do ECA serão utilizados pela Coordenadora do SPE - Saúde e Prevenção nas Escolas e Conselho Tutelar da Cidade para realizar uma formação com professores e disponibilizar os livros para estudo e leitura dos alunos.
Quanto ao material esportivo ficou a cargo do Professor Edson Muniz fazer a seleção e distribuição.
Evaldo Vasconcelos
Coordenador de Cultura de Cruz
Todo o material foi selecionado, separado e organizado em grupos de maneira que cada escola do Município e Núcleo de Pró-Jovem Adolescente pudesse ser contemplado com a aquisição deste material. Também foram beneficiados a Biblioteca Municipal de Cruz e uma parte interessante do Material ficou guardada para ser usada no Núcleo Movimento a ser instalado.
Os livros Causos do ECA serão utilizados pela Coordenadora do SPE - Saúde e Prevenção nas Escolas e Conselho Tutelar da Cidade para realizar uma formação com professores e disponibilizar os livros para estudo e leitura dos alunos.
Quanto ao material esportivo ficou a cargo do Professor Edson Muniz fazer a seleção e distribuição.
Evaldo Vasconcelos
Coordenador de Cultura de Cruz
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Projeto Leitura Conectada de Volta
Professores do Proj Música na Escola em Estudo
Com o início do Projeto Música na Escola, teremos de volta também o Projeto Leitura Conectada que apoia a leitura dos alunos que fazem parte do Projeto de Música nas escolas.
Neste ano duas novas escolas estão fazendo parte dos Projetos e assim teremos mais alunos aprendendo por meio da música e da leitura, melhorando seus rendimentos escolares e ainda sendo beneficiados com a novo metodologia do Projeto baseando nos princípios do Esporte Educacional: Inclusão de todos, respeito a diversidade, rumo a autonomia, Construção coletiva, Educação Integral, valorização da identidade e valorização da Cultura Local.
domingo, 3 de abril de 2011
PEDRA 90
Foi um grande siribolo
A festa do Velho Zeca
Home levado da breca
Noventa ano nos côro
A festa foi um estouro
Presente de Aniversário
Convidamo seu Vigário
Pra trazer o sacramento
Muito cedo o movimento
Já batia no portão
O povo da região
Se espalhava no terreiro
Parecia formigueiro
De tanta gente que tinha
O Prefeito também vinha
Mandou a primeira dama
O Velho saiu da cama
Nos braços da filharada
Foi um dia de zuada
Pro Velho Zeca Muniz
O Padre mesmo quem quis
Fazer a missa pequena
Por conta do enfisema
Que maltrata seu pulmão
Subtraído o sermão
Já quase no fim da missa
Seu Zeca já com preguiça
De tanto beijo e abraço
Aparentando cansaço
Se escorava na bengala
Após um monte de fala
Dos filhos e convidados
Seu Zeca mesmo sentado
Fez um discurso de paz
Noventa já é demais
Sorrindo balbuciou
A festa continuou
Com almoço de carneiro
Fazer noventa janeiro
Merece mais do que festa
À noite teve seresta
Para homenageá-lo
Até ao cantar do galo
A barafunda se deu
Velho Zeca adormeceu
Cheio de contentamento
Todo acontecimento
Foi feito pela Salete
Rosa, Maria e Gorete
Zéairto e Zéoreste
Um ribuliço da peste,
Festa danada de boa!!!
A festa do Velho Zeca
Home levado da breca
Noventa ano nos côro
A festa foi um estouro
Presente de Aniversário
Convidamo seu Vigário
Pra trazer o sacramento
Muito cedo o movimento
Já batia no portão
O povo da região
Se espalhava no terreiro
Parecia formigueiro
De tanta gente que tinha
O Prefeito também vinha
Mandou a primeira dama
O Velho saiu da cama
Nos braços da filharada
Foi um dia de zuada
Pro Velho Zeca Muniz
O Padre mesmo quem quis
Fazer a missa pequena
Por conta do enfisema
Que maltrata seu pulmão
Subtraído o sermão
Já quase no fim da missa
Seu Zeca já com preguiça
De tanto beijo e abraço
Aparentando cansaço
Se escorava na bengala
Após um monte de fala
Dos filhos e convidados
Seu Zeca mesmo sentado
Fez um discurso de paz
Noventa já é demais
Sorrindo balbuciou
A festa continuou
Com almoço de carneiro
Fazer noventa janeiro
Merece mais do que festa
À noite teve seresta
Para homenageá-lo
Até ao cantar do galo
A barafunda se deu
Velho Zeca adormeceu
Cheio de contentamento
Todo acontecimento
Foi feito pela Salete
Rosa, Maria e Gorete
Zéairto e Zéoreste
Um ribuliço da peste,
Festa danada de boa!!!
Orestes Albuquerque - 02/04/2011
Homenagem poética de Orestes a seu pai Zeca Muniz por ocasião de seu aniversário de 90 anos.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Reportagem da ESPN com o Projeto Cultura de Casa
No momento em que acontecia a Caravana do Esporte e da Música, a equipe da ESPN Brasil, realizava reportagens sobre a cultura, educação, esporte e ação social do Municipio.
Na última terça feira foi a vez do Projeto Cultura de Casa ser gravado para o documentário que será produzido para nosso município. O entrevistado foi o escritor popular Paulo Roberlando e o Coordenador de Cultura Evaldo Vasconcelos.
Na mesma ocasião também foram registrados os versos dos repentistas João Abraão e João da Mota que também serão visualizados no Documentário.
Ainda na segunda feira foi a vez da Senhora Neci de Lagoa Velha, que mostrou toda a sua arte na confecção de artefatos derivados da palha de carnaúba.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Homenagem a Zeca Muniz - Por Paulo Roberlando
Depois de muito relutar, mas com uma vontade irrefreável de conhecer pessoalmente – a quem antes conhecia de ler, onde de há muito nutria uma admiração pela sensatez das coisas escritas e das poesias de efeito. Foi lendo suas composições que me fiz poeta e agora, queria ouvi-lo, queria contato com quem tanto me inspirou a dar vazão em forma de cantos ao turbilhão sentimental que fervilha em nossa alma.
Quebrando os elos que me prendiam aos receios de minha humildade, em um domingo deste, início de tarde resolvi fazer-lhe uma visita e levar-lhe um exemplar de meu modesto livro e finalmente estar perto do grande Poeta Zeca Muniz – o “Velho Zeca” – como hipocoristicamente é chamado por seu filho, e meu amigo: Zé Orestes.
Estava ali deitado, como que não mais importando ver o tempo passar. Na confortável rede, em cor bege e de lindas varandas ornamentando seu contorno, o Velho Zeca descansava dos noventa anos já quase completos. Muito tempo para uma vida só, penso eu... quantas e tantas coisas lhe ocorreram neste lapso temporal. Quanta gente conheceu, quanta gente viu nascer e morrer. É testemunha ocular dos acontecimentos históricos mais marcantes de nossa “Terra Cruz”. Dentre os tais, cite-se os de maior envergadura, como o do longevo e profícuo paroquiato de Pe. Valdery, quarenta e seis anos completados agora em setembro próximo para ser mais exato, presente que esteve desde os seus momentos primeiros, como também no de Monsenhor Edson e ainda no mais distante destes, o do saudoso Monsenhor Sabino de Lima. É muito tempo para uma vida só.
Vendo esta imagem permeada de tantas comparações, fico como intimidado de despertá-lo de seu sacrossanto descanso da tarde. Mesmo assim me atrevo. Bato palmas, ele não desperta, tampouco alguém vem me atender ao portão. Bato palmas novamente, agora, uma simpática senhora me atende com um largo sorriso e me convida a entrar. A casa é confortável, percorro-a curiosamente por suas dependências iniciais desejando incluir algumas partes em meu projeto de moradia a tanto engavetado no meu arquivo de prioridades ainda não realizadas.
Identificando-me e apresentando minha razão da visita, a doce senhora, que depois de uma inicial conversa, se apresentou como esposa do Velho Zeca. Confesso que de logo estranhei a diferença de idade entre ambos, no que ante minha intima e inconveniente interrogação ela me esclarece ser sua segunda esposa sem que eu lhe tenha indagado, creio que deixei escapar minha indiscrição...
Antes mesmo que eu chegasse próximo à rede, o Velho Zeca desperta, levanta-se com dificuldade, ajeitando os lisos e ralos cabelos, alinhando a blusa desbotoada logo me estende a mão cumprimentando-me, ao mesmo perguntando a sua esposa: “quem é este moço?”. Antes mesmo que ela respondesse, eu mesmo me identifiquei, dizendo-lhe que ali estava para levar-lhe como presente o livro por mim escrito e ainda pouco lançado. Qual foi o meu contentamento quando ele disse a mim que já tinha visto “algumas coisas”, que tinha gostado e que eu sabia o que escrevia.
Tendo este assunto como fio de meada, iniciamos assim uma gostosa conversa. Minha admiração e alegria por ouvi-lo eram imensas. Guardava cada palavra dita, cada ensinamento, cada lição de vida tirada daquele momento impar que não via passar, mas o crepúsculo em vermelho sangue manchando o nascente me dizia que as horas haviam passado.
Estava diante de um autêntico poeta, um ourives das letras, das frases conexas que dão vida a escritos que exalam simplicidade e visão profunda de realidade em uma amálgama que converte ao mais puro preceito da boa vida.
Um homem na altura de seus noventa anos, aquele que já foi e fez o retorno no circuito da existência, agora com a dádiva do conhecimento empírico, pois em seu regresso, teve a oportunidade de ver por onde “andou”, contemplando os erros e acertos. E ali estava o Velho Zeca com tantas coisas a serem passadas... tanto ainda a ser útil pelo imenso volume de razão de vida, pelo exemplo de fé a ser imitado, pelo modelo de pai a ser espelhado, pelo homem honrado que é...
Das tantas frases ouvidas naquela tarde, uma ficou de forma especial; disse-me ele com meu livro em mãos: “olha meu filho, continue escrevendo poesias, elas são a expressão de nossa alma, elas nos fazem melhor, nos elevam”.
Elevado eu me senti naquela instante. Pude ter a felicidade de partilhar da aura envolvente dele exalada. O olhar cansado e manso de quem muito já viu, e muito tem a apontar como se deve verdadeiramente enxergar e bem viver. Verdade por ele confeccionada em um de seus inúmeros versos:
“E no fim da jornada me resta agruras,
E contemplando a essência da vida
Vislumbrei lampejos do transcendental.
Buscando valores que temos na alma,
Mudamos caminho na reta final.”
Parabéns Poeta! Deus o abençoe ainda mais, como sempre o abençoou em tão longa e benfazeja vida. Tanto a você como a todos por quanto lhe são amados.
Obrigado por ter concedido a mim, naquela tarde, um rastilho da luz do incandescente sol que é sua vida longa... longa vida...
Com todo carinho e respeito que se possa imaginar!
Quebrando os elos que me prendiam aos receios de minha humildade, em um domingo deste, início de tarde resolvi fazer-lhe uma visita e levar-lhe um exemplar de meu modesto livro e finalmente estar perto do grande Poeta Zeca Muniz – o “Velho Zeca” – como hipocoristicamente é chamado por seu filho, e meu amigo: Zé Orestes.
Estava ali deitado, como que não mais importando ver o tempo passar. Na confortável rede, em cor bege e de lindas varandas ornamentando seu contorno, o Velho Zeca descansava dos noventa anos já quase completos. Muito tempo para uma vida só, penso eu... quantas e tantas coisas lhe ocorreram neste lapso temporal. Quanta gente conheceu, quanta gente viu nascer e morrer. É testemunha ocular dos acontecimentos históricos mais marcantes de nossa “Terra Cruz”. Dentre os tais, cite-se os de maior envergadura, como o do longevo e profícuo paroquiato de Pe. Valdery, quarenta e seis anos completados agora em setembro próximo para ser mais exato, presente que esteve desde os seus momentos primeiros, como também no de Monsenhor Edson e ainda no mais distante destes, o do saudoso Monsenhor Sabino de Lima. É muito tempo para uma vida só.
Vendo esta imagem permeada de tantas comparações, fico como intimidado de despertá-lo de seu sacrossanto descanso da tarde. Mesmo assim me atrevo. Bato palmas, ele não desperta, tampouco alguém vem me atender ao portão. Bato palmas novamente, agora, uma simpática senhora me atende com um largo sorriso e me convida a entrar. A casa é confortável, percorro-a curiosamente por suas dependências iniciais desejando incluir algumas partes em meu projeto de moradia a tanto engavetado no meu arquivo de prioridades ainda não realizadas.
Identificando-me e apresentando minha razão da visita, a doce senhora, que depois de uma inicial conversa, se apresentou como esposa do Velho Zeca. Confesso que de logo estranhei a diferença de idade entre ambos, no que ante minha intima e inconveniente interrogação ela me esclarece ser sua segunda esposa sem que eu lhe tenha indagado, creio que deixei escapar minha indiscrição...
Antes mesmo que eu chegasse próximo à rede, o Velho Zeca desperta, levanta-se com dificuldade, ajeitando os lisos e ralos cabelos, alinhando a blusa desbotoada logo me estende a mão cumprimentando-me, ao mesmo perguntando a sua esposa: “quem é este moço?”. Antes mesmo que ela respondesse, eu mesmo me identifiquei, dizendo-lhe que ali estava para levar-lhe como presente o livro por mim escrito e ainda pouco lançado. Qual foi o meu contentamento quando ele disse a mim que já tinha visto “algumas coisas”, que tinha gostado e que eu sabia o que escrevia.
Tendo este assunto como fio de meada, iniciamos assim uma gostosa conversa. Minha admiração e alegria por ouvi-lo eram imensas. Guardava cada palavra dita, cada ensinamento, cada lição de vida tirada daquele momento impar que não via passar, mas o crepúsculo em vermelho sangue manchando o nascente me dizia que as horas haviam passado.
Estava diante de um autêntico poeta, um ourives das letras, das frases conexas que dão vida a escritos que exalam simplicidade e visão profunda de realidade em uma amálgama que converte ao mais puro preceito da boa vida.
Um homem na altura de seus noventa anos, aquele que já foi e fez o retorno no circuito da existência, agora com a dádiva do conhecimento empírico, pois em seu regresso, teve a oportunidade de ver por onde “andou”, contemplando os erros e acertos. E ali estava o Velho Zeca com tantas coisas a serem passadas... tanto ainda a ser útil pelo imenso volume de razão de vida, pelo exemplo de fé a ser imitado, pelo modelo de pai a ser espelhado, pelo homem honrado que é...
Das tantas frases ouvidas naquela tarde, uma ficou de forma especial; disse-me ele com meu livro em mãos: “olha meu filho, continue escrevendo poesias, elas são a expressão de nossa alma, elas nos fazem melhor, nos elevam”.
Elevado eu me senti naquela instante. Pude ter a felicidade de partilhar da aura envolvente dele exalada. O olhar cansado e manso de quem muito já viu, e muito tem a apontar como se deve verdadeiramente enxergar e bem viver. Verdade por ele confeccionada em um de seus inúmeros versos:
“E no fim da jornada me resta agruras,
E contemplando a essência da vida
Vislumbrei lampejos do transcendental.
Buscando valores que temos na alma,
Mudamos caminho na reta final.”
Parabéns Poeta! Deus o abençoe ainda mais, como sempre o abençoou em tão longa e benfazeja vida. Tanto a você como a todos por quanto lhe são amados.
Obrigado por ter concedido a mim, naquela tarde, um rastilho da luz do incandescente sol que é sua vida longa... longa vida...
Com todo carinho e respeito que se possa imaginar!
Homenagem da Biblioteca Pública Municipal ao Aniversário do Poeta Popular Zeca Muniz neste 26/03/2011. Na ocasião acontecerá uma missa em Ação de Graças na Igreja Matriz as 9h da manhã.
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