Tirei uns quarenta dias
Pra sumir na capoeira
Comecei a bebedeira
Logo no dia seguinte
Amigos pra mais de vinte
Contentes com a surpresa
Me buscou em Fortaleza
Um amigo de primeira
Provocamos tremedeira
Nas garrafas da cidade
É ruma de amizade
Que todo dia me chama
Pra pescaria na lama
No rio da Manuela
No açude, na pinguela
Na Barrinha, no Preá
Na Croa Grande do Mar
Na terra do Jenipapo
Ou no Buraco do Sapo
Na baixa do Zacaria
Na fogueira da Bibia
Ou na Lagoa dos Bode
O Bagre sempre que pode
Me leva pra Macajuba
Pensando que me derruba
Com meia dúzia de cana
Logo cedo é caravana
O telefone tocando
O povo me convidando
Vambora queimar o dente
Tomara que eu agüente
E o fígado não se queixe
Bora pro caldo de peixe
Na lagoa do Bobó
Pra depois tirar o pó
La no Alto da Colina
Ainda tem a menina
O beijo na madrugada
Os carinhos de carrada
Cuidados que nem mereço
A todos eu agradeço
Pelo gesto de grandeza
A ruma de gentileza
Que estragaram comigo
Me despeço comovido
Um abraço do amigo
Numa rede em Fortaleza!
Por: Orestes Albuquerque.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Hino da Ordenação Sacerdotal dos Padres Júlio e De Assis.
Hino da Ordenação Presbiterial de Pe. De Assis Neto e Pe. Júlio Nascimento
Letra: Pe. Manoel Valdery da Rocha
Música: Pe. Antonio Silveira Bastos.
Sacerdote de Cristo sereis;
Nas Igrejas, ministros do Altar.
Toda benção do céu vós tereis
Na missão de o Evangelho Pregar!
Refrão:
Pelos filhos que o Bispo ordenou
A Paróquia se alegra feliz.
Padre Júlio, de Espinhos chegou
Lá do Cedro, o padre De Assis.
Fui chamado e agradeço, ó Senhor!
Minhas redes por ti lançarei...
Tua Palavra é luz, é vigor!
Me adotaste, em ti confiei!
“Fazei tudo o que Ele disser”
“Estarei junto a vós até o fim”.
Prometi! Guardarei minha fé:
“Fazei isto em memória de mim”.
As famílias e as comunidades,
As crianças, os jovens e idosos
Batem palmas e elevam cantares
Para Júlio e De Assis jubilosos.
Ordenação realizada a 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
SEMANA DE ANIVERSÁRIO DA EMANCIPAÇÃO MUNICIPAL 2012
SEMANA DE ANIVERSÁRIO DA EMANCIPAÇÃO MUNICIPAL 2012
08/01/2012 – Aniversário do Plebiscito
19h - Apresentação da Banda de Música Pe. Valdery no Pátio da Igreja Matriz
19h - Missa em Ação de Graças / Apresentação do Hino pela Vitoria do Plebiscito
12/01/2012 – Comemoração do Jubileu de Prata da Biblioteca Pública Municipal
17h – Torneio de Futsal Feminino – Ginásio Poliesportivo Josino Bernardino da Silveira
19h - Acolhida – Banda de Música Pe. Valdery no pátio interno da Biblioteca com visitação a Galeria dos Prefeitos e Secretários Municipais de Cultura
Abertura – Coral Anjos de Deus de Canema
Entrega dos certificados aos alunos do Projeto Música na Escola e Premiação aos alunos vencedores dos Concursos do Cartão Natalino, Paródia e Logomarca do Jubileu de Prata da Biblioteca.
Doação para Biblioteca de livros acadêmicos pela Assistente Social Fátima Saldanha
Apresentação do esboço do Livro a ser publicado da Profa. Maria Lúcia – Família
Lançamento e Publicação do Livro: A História... que conta a história de todo o processo emancipatório de Cruz até o dia da instalação oficial do Município.
Corte do bolo comemorativo do Jubileu de Prata acompanhado pelo Coral Anjos de Deus
13/01/2012
17h - Entrega de Título de “Cidadão Benemérito em Destaque” a Sra. Maria Inês de Farias (1ª Dama) na Câmara Municipal
20h – 12º Festival de Violeiros com a participação de violeiros do Município e Região e de Antônio Jocélio na Praça dos Três Poderes – Camarote para autoridades
22h - Apresentação de Banda de Pop Rock Local na Praça dos Três Poderes
14/01 /2012 -ANIVERSÁRIO DE EMANICIPAÇÃO MUNICIPAL
5 h – Alvorada com fogos
9h – Inauguração de Obras pelo Município
9h – 26º Maratona de Emancipação e premiação aos vencedores
17h – Arriamento das Bandeiras
17h – Missa em Ação de Graças – Igreja Matriz
20h - Corte do Bolo Comemorativo de 27 metros na Praça dos Três Poderes
20h - Apresentação do Hino Municipal de Cruz e Parabéns a Cidade pela Banda Pe. Valdery na Sacada do Palácio Municipal
20:30h – Show Pirotécnico na Praça dos Três Poderes.
21h – Show de repente e de Forró com Luizinho de Irauçuba e Amazan na Praça dos Três Poderes – Camarote para autoridades
22h - Show com Bandas na Praça dos Três Poderes
Obs. Parque Infantil no Centro Administrativo de 08 a 14 de janeiro a partir das 18h.
O Prefeito Municipal de Cruz, Jonas Muniz, sentir-se-á honrado com a presença de Vossa Senhoria. e família as festividades alusivas a comemoração dos 27 anos de Emancipação Política de Nosso Município.
08/01/2012 – Aniversário do Plebiscito
19h - Apresentação da Banda de Música Pe. Valdery no Pátio da Igreja Matriz
19h - Missa em Ação de Graças / Apresentação do Hino pela Vitoria do Plebiscito
12/01/2012 – Comemoração do Jubileu de Prata da Biblioteca Pública Municipal
17h – Torneio de Futsal Feminino – Ginásio Poliesportivo Josino Bernardino da Silveira
19h - Acolhida – Banda de Música Pe. Valdery no pátio interno da Biblioteca com visitação a Galeria dos Prefeitos e Secretários Municipais de Cultura
Abertura – Coral Anjos de Deus de Canema
Entrega dos certificados aos alunos do Projeto Música na Escola e Premiação aos alunos vencedores dos Concursos do Cartão Natalino, Paródia e Logomarca do Jubileu de Prata da Biblioteca.
Doação para Biblioteca de livros acadêmicos pela Assistente Social Fátima Saldanha
Apresentação do esboço do Livro a ser publicado da Profa. Maria Lúcia – Família
Lançamento e Publicação do Livro: A História... que conta a história de todo o processo emancipatório de Cruz até o dia da instalação oficial do Município.
Corte do bolo comemorativo do Jubileu de Prata acompanhado pelo Coral Anjos de Deus
13/01/2012
17h - Entrega de Título de “Cidadão Benemérito em Destaque” a Sra. Maria Inês de Farias (1ª Dama) na Câmara Municipal
20h – 12º Festival de Violeiros com a participação de violeiros do Município e Região e de Antônio Jocélio na Praça dos Três Poderes – Camarote para autoridades
22h - Apresentação de Banda de Pop Rock Local na Praça dos Três Poderes
14/01 /2012 -ANIVERSÁRIO DE EMANICIPAÇÃO MUNICIPAL
5 h – Alvorada com fogos
9h – Inauguração de Obras pelo Município
9h – 26º Maratona de Emancipação e premiação aos vencedores
17h – Arriamento das Bandeiras
17h – Missa em Ação de Graças – Igreja Matriz
20h - Corte do Bolo Comemorativo de 27 metros na Praça dos Três Poderes
20h - Apresentação do Hino Municipal de Cruz e Parabéns a Cidade pela Banda Pe. Valdery na Sacada do Palácio Municipal
20:30h – Show Pirotécnico na Praça dos Três Poderes.
21h – Show de repente e de Forró com Luizinho de Irauçuba e Amazan na Praça dos Três Poderes – Camarote para autoridades
22h - Show com Bandas na Praça dos Três Poderes
Obs. Parque Infantil no Centro Administrativo de 08 a 14 de janeiro a partir das 18h.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Amor de Raiz - Orestes Albuquerque
AMOR DE RAIZ
Ele, rebento minguado
Parteira fez sentinela
Angu foi sua dieta
Olhos presos na panela
Criado como batata
Em beira de corrutela
Ausente de sobrenome
Entupido de mazelas
II
Ele, criança sonhada
Primeira maternidade
Filmado dentro do ventre
Pequena celebridade
Chegada com muita festa
Anúncios pela cidade
Protegido no silencio
Do vento, da claridade
III
Ele, brinca na areia
Do chão de terra batida
Sem roupa sem preconceito
Sem saber de outra vida
Sem brinquedo sem cuidados
Só a sina a ser cumprida
Vida lhe monta de espora
Vai lhe abrindo feridas
IV
Ele, tem até mucama
Que não lhe deixa chorar
Se chora tem doce colo
Tem cantigas de ninar
Roupas finas delicadas
Mamadeira de manjar
Casa cheia de brinquedos
E a vida pra brincar
V
Ele, já carrega água
Já capina no roçado
Pés descalços nos espinhos
Ganhou calção de riscado
Menino de couro grosso
Parece determinado
Quando crescer quer comprar
Um chapéu e um machado
VI
Ele, domingo no parque
Brincando de escorregar
Algodão doce e pipoca
Carrossel a lhe rodar
Nada lhe falta na vida
É só pedir pra babá
Quando crescer certamente
Nem sabe o que quer comprar
VII
Ele, brinca do seu jeito
Subindo na goiabeira
Seu cavalo pau de lenha
Deixa todos na poeira
Pra ele é maravilhoso
Desabalada carreira
Não conhece nem inveja
Qualquer outra brincadeira
VIII
Ele, tem tv no quarto
Notebook e celular
Seus carrinhos de brinquedos
Já não pega pra brincar
Não escuta o que lhe dizem
Já responde pra babá
Come da melhor goiaba
Que a goiabeira dá
IX
Ele, falta na escola
Ajuda sua mãe na feira
A vida mais dura ainda
Lhe tirou da brincadeira
Com esse peso nas costas
Vai ter que subir ladeiras
É hora de separar
O vinho da mamadeira
X
Ele, tem tudo que quer
Mimado até o pescoço
As meninas da escola
Disputam no alvoroço
Quem vai fazer a lição
Entrar na casa do moço
Da fruta que ele come
O outro come o caroço
XI
Destino lhe foi ingrato
Vai ter que suar dobrado
Quem nasce pra capoeira
Nunca passa de roçado
Tem que ser muito tinhoso
Destino jogar pro lado
Correr mundo procurando
Seu chapéu e seu machado
XII
A pesar do alvoroço
Ele se comporta bem
Não esnoba não debocha
Mas sabe a força que tem
Sempre no final das contas
Escolhe a que lhe convém
Melhor aluna da classe
Melhor amiga também
XIII
Parte pra cidade grande
Pra fugir do que tem feito
Naquela vida sofrida
Teria que dar um jeito
Sua mãe vive de reza
Coração ta no estreito
Noticia sempre pequena
Saudade fora do peito
XIV
Apesar de bom garoto
Adolescente feliz
Se sente entediado
Não é a vida que quis
Bota mochila nas costas
Foge pra onde não diz
Seus pais caíram de quatro
Lendo recado de giz
XV
Trabalha de balconista
De pedreiro, de servente
De carteiro de vigia
De soldado de escrevente
Manda carta para a mãe
To aqui virando gente
Um dia você descansa
E vai sentar no batente
XVI
Andou por todos os lados
Levou pancadas da vida
Soube que sem o trabalho
Ninguém merece comida
Descobriu como é pequeno
Quando estava sem guarida
Entendeu que a família
Não tem porta de saída
XVII
Recebe carta de casa
Sua mãe caiu doente
Esgotada do trabalho
Da lida, do sol ardente
Sua barraca de feira
Sua alma, seu batente
Metade da sua vida
Se foi assim de repente
XVIII
Voltou pra casa sem graça
Mochila toda rasgada
Roupa suja das andanças
Auto-estima arrebentada
Suas lágrimas mostraram
A saudade escancarada
Abraço de pai e mãe
Não carece dizer nada
XIX
Sua mãe era valente
Nunca ficava parada
Agora sem o trabalho
Deve estar desesperada
Se ele larga o emprego
Não manda sua mesada
Que fazer com essa carta
Situação complicada
XX
Resolve voltar pra casa
Tesouro foi alvejado
Nada lhe vale tão caro
Seu sonho foi adiado
A saudade pula montes
O amor vira tornado
Chapéu quebrado na testa
Depois compra seu machado
XXI
Os valores se confundem
Com os bens materiais
Um chapéu e um machado
Parecem coisas banais
Quem toma sol no iate
Acha graça do rapaz
Quem tem o sol de castigo
Sabe o calor que lhe faz
XXII
O pote de água fria
É a sua geladeira
O pirão da sua mãe
É coisa de feiticeira
Vai casar com a Maria
Namoradinha da feira
Cuidará da sua mãe
Sua velha companheira
XXIII
Raízes bem definidas
No rapaz da corrutela
Apesar da vida dura
Não aparenta seqüela
Abre mão do seu futuro
Tira a janta da goela
Egoísmo passa longe
Só não passa o amor dela!
XXIV
O rapaz de pele fina
De gravata importada
Visita os pais mensalmente
Agora em nova morada
Leva presentes bonitos
Diz que não lhes falta nada
Quem gastou vida por ele
Passa as horas asilada
Não teve o amor de volta
Acabou interditada!!!
Ele, rebento minguado
Parteira fez sentinela
Angu foi sua dieta
Olhos presos na panela
Criado como batata
Em beira de corrutela
Ausente de sobrenome
Entupido de mazelas
II
Ele, criança sonhada
Primeira maternidade
Filmado dentro do ventre
Pequena celebridade
Chegada com muita festa
Anúncios pela cidade
Protegido no silencio
Do vento, da claridade
III
Ele, brinca na areia
Do chão de terra batida
Sem roupa sem preconceito
Sem saber de outra vida
Sem brinquedo sem cuidados
Só a sina a ser cumprida
Vida lhe monta de espora
Vai lhe abrindo feridas
IV
Ele, tem até mucama
Que não lhe deixa chorar
Se chora tem doce colo
Tem cantigas de ninar
Roupas finas delicadas
Mamadeira de manjar
Casa cheia de brinquedos
E a vida pra brincar
V
Ele, já carrega água
Já capina no roçado
Pés descalços nos espinhos
Ganhou calção de riscado
Menino de couro grosso
Parece determinado
Quando crescer quer comprar
Um chapéu e um machado
VI
Ele, domingo no parque
Brincando de escorregar
Algodão doce e pipoca
Carrossel a lhe rodar
Nada lhe falta na vida
É só pedir pra babá
Quando crescer certamente
Nem sabe o que quer comprar
VII
Ele, brinca do seu jeito
Subindo na goiabeira
Seu cavalo pau de lenha
Deixa todos na poeira
Pra ele é maravilhoso
Desabalada carreira
Não conhece nem inveja
Qualquer outra brincadeira
VIII
Ele, tem tv no quarto
Notebook e celular
Seus carrinhos de brinquedos
Já não pega pra brincar
Não escuta o que lhe dizem
Já responde pra babá
Come da melhor goiaba
Que a goiabeira dá
IX
Ele, falta na escola
Ajuda sua mãe na feira
A vida mais dura ainda
Lhe tirou da brincadeira
Com esse peso nas costas
Vai ter que subir ladeiras
É hora de separar
O vinho da mamadeira
X
Ele, tem tudo que quer
Mimado até o pescoço
As meninas da escola
Disputam no alvoroço
Quem vai fazer a lição
Entrar na casa do moço
Da fruta que ele come
O outro come o caroço
XI
Destino lhe foi ingrato
Vai ter que suar dobrado
Quem nasce pra capoeira
Nunca passa de roçado
Tem que ser muito tinhoso
Destino jogar pro lado
Correr mundo procurando
Seu chapéu e seu machado
XII
A pesar do alvoroço
Ele se comporta bem
Não esnoba não debocha
Mas sabe a força que tem
Sempre no final das contas
Escolhe a que lhe convém
Melhor aluna da classe
Melhor amiga também
XIII
Parte pra cidade grande
Pra fugir do que tem feito
Naquela vida sofrida
Teria que dar um jeito
Sua mãe vive de reza
Coração ta no estreito
Noticia sempre pequena
Saudade fora do peito
XIV
Apesar de bom garoto
Adolescente feliz
Se sente entediado
Não é a vida que quis
Bota mochila nas costas
Foge pra onde não diz
Seus pais caíram de quatro
Lendo recado de giz
XV
Trabalha de balconista
De pedreiro, de servente
De carteiro de vigia
De soldado de escrevente
Manda carta para a mãe
To aqui virando gente
Um dia você descansa
E vai sentar no batente
XVI
Andou por todos os lados
Levou pancadas da vida
Soube que sem o trabalho
Ninguém merece comida
Descobriu como é pequeno
Quando estava sem guarida
Entendeu que a família
Não tem porta de saída
XVII
Recebe carta de casa
Sua mãe caiu doente
Esgotada do trabalho
Da lida, do sol ardente
Sua barraca de feira
Sua alma, seu batente
Metade da sua vida
Se foi assim de repente
XVIII
Voltou pra casa sem graça
Mochila toda rasgada
Roupa suja das andanças
Auto-estima arrebentada
Suas lágrimas mostraram
A saudade escancarada
Abraço de pai e mãe
Não carece dizer nada
XIX
Sua mãe era valente
Nunca ficava parada
Agora sem o trabalho
Deve estar desesperada
Se ele larga o emprego
Não manda sua mesada
Que fazer com essa carta
Situação complicada
XX
Resolve voltar pra casa
Tesouro foi alvejado
Nada lhe vale tão caro
Seu sonho foi adiado
A saudade pula montes
O amor vira tornado
Chapéu quebrado na testa
Depois compra seu machado
XXI
Os valores se confundem
Com os bens materiais
Um chapéu e um machado
Parecem coisas banais
Quem toma sol no iate
Acha graça do rapaz
Quem tem o sol de castigo
Sabe o calor que lhe faz
XXII
O pote de água fria
É a sua geladeira
O pirão da sua mãe
É coisa de feiticeira
Vai casar com a Maria
Namoradinha da feira
Cuidará da sua mãe
Sua velha companheira
XXIII
Raízes bem definidas
No rapaz da corrutela
Apesar da vida dura
Não aparenta seqüela
Abre mão do seu futuro
Tira a janta da goela
Egoísmo passa longe
Só não passa o amor dela!
XXIV
O rapaz de pele fina
De gravata importada
Visita os pais mensalmente
Agora em nova morada
Leva presentes bonitos
Diz que não lhes falta nada
Quem gastou vida por ele
Passa as horas asilada
Não teve o amor de volta
Acabou interditada!!!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Jubileu de Prata da Biblioteca Pública - Programação Prevista
Data: 12/0/2012
Horário: 19h
Local: Sala de Pesquisa Pe. Valdery
- Entrega dos certificados dos alunos do proj musica na escola
- Entrega da premiação dos Concursos
- Logomarcas do Jubileu de Prata
- Produções – Categoria Paródias Jubileu de Prata
- Apresentação do Futuro Livro de Maria Lúcia – Família;
- Lançamento e Publicação do Livro: A História... que conta a história de como foi o processo emancipatório de Cruz até o dia da instalação oficial do Município.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Jubileu de Prata da Biblioteca Pública Municipal
O Resultado Final dos Concursos realizados foi efetivado no último dia 09/12/2011 na Biblioteca Pública Municipal com a presença dos alunos que concorriam ao Concurso de Paródias e dos Desenhos que concorriam ao Concurso de Logomarcas.
Na ocasião os jurados convidados avaliaram todos os trabalhos produzidos pelos alunos. Primeiramente foi a vez dos alunos cantores e suas paródias apresentadas com ajuda de professores de música ou amigos, que interpretaram suas produções e o resultados final selecionou três dos 10 participantes, que no dia 12/01 saberão o resultado final. São eles:
Daine Cristina Leitão do Nascimento - Canema; Vitória Caroline Medeiros de Oliveira - 5º ano- Cajueirinho II e Hugo Farias de Lagoa Salgada.
No Concurso de Logomarcas os dois alunos selecionados foram:
Maria Janaine do Nascimento de Monteiros - 9º ano e Iara Maria da Silva - 9º ano de Cajueirinho II
Na ocasião os jurados convidados avaliaram todos os trabalhos produzidos pelos alunos. Primeiramente foi a vez dos alunos cantores e suas paródias apresentadas com ajuda de professores de música ou amigos, que interpretaram suas produções e o resultados final selecionou três dos 10 participantes, que no dia 12/01 saberão o resultado final. São eles:
Daine Cristina Leitão do Nascimento - Canema; Vitória Caroline Medeiros de Oliveira - 5º ano- Cajueirinho II e Hugo Farias de Lagoa Salgada.
No Concurso de Logomarcas os dois alunos selecionados foram:
Maria Janaine do Nascimento de Monteiros - 9º ano e Iara Maria da Silva - 9º ano de Cajueirinho II
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Julgamento dos Concursos - Jubileu de Prata da Biblioteca
Nesta sexta-feira , dia 09 de dezembro, acontece nas dependências da Biblioteca Pública o julgamento das Paródias e Logomarcas dos Concursos lançados em comemoração do Jubileu de Prata desta instituição.
Na ocasião todas as logomarcas e paródias estarão sendo apresentadas a uma comissão julgadora que fará a avaliação e escolha das duas melhores logomarcas e das três melhores paródias que receberão premiação conforme regulamento do Concurso.
As escolhidas pela comissão reapresentam seus materiais na noite do dia 12/01 janeiro nas comemorações do Jubileu de Prata para todos os participantes e também na ocasião recebem seus prêmios das mãos da mesa de autoridades presentes.
Na ocasião todas as logomarcas e paródias estarão sendo apresentadas a uma comissão julgadora que fará a avaliação e escolha das duas melhores logomarcas e das três melhores paródias que receberão premiação conforme regulamento do Concurso.
As escolhidas pela comissão reapresentam seus materiais na noite do dia 12/01 janeiro nas comemorações do Jubileu de Prata para todos os participantes e também na ocasião recebem seus prêmios das mãos da mesa de autoridades presentes.
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