A Biblioteca Pública Municipal Dra. Maria Inês de Farias, instituição democrática de educação, foi construída em uma área correspondente a 360 m² num terreno que pertencia ao Estado no qual foi cedido para a construção da mesma.
Encontra-se dividida principalmente em Museu, Acervo Geral de livros, Sala de Leitura e Pesquisas, e ainda Recepção, Setor Infantil, Cantina, Bateria de Banheiros e Almoxarifado.
A criação desta entidade cultural foi uma idéia de Maria Inês de Farias, primeira dama da época, pois interessava-se em oferecer ao povo cruzense um ambiente que disponibilizasse a boa informação, cultura e lazer.
Assim, no dia 14 de janeiro de 1987, foi inaugurada a Biblioteca Pública Municipal com uma missa em Ação de Graças celebrada pelo Padre Manoel Valdery da Rocha, recebendo este nome em homenagem a pessoa Maria Inês de Farias que muito contribuiu para a construção da Mesma. A cerimônia contou com a presença do Prefeito Municipal João Muniz Sobrinho, Primeira Dama, Governador do Estado José Lúcio de Alcântara, Dra. Minerva Sanford (Professora de Sobral), Secretários e parte da população cruzense.
Nesta ocasião a Biblioteca já disponibilizava de um acervo formado por 1085 livros, parte deles comprado pela Secretaria de Educação e outros doados por pessoas da própria comunidade, como por exemplo: José Osmar do Nascimento, Otacílio Marques Freitas, José Carlos de Vasconcelos, Antonio Manoel, Padre Manoel Vadery da Rocha, João Quirino, Vilmar Vasconcelos de Albuquerque, Luciene Aila Costa e outros e ainda amigos que por aqui passavam: Minerva Sanford (Sobral) Nicodemos Araújo (Acaraú) Dr. Lúcio Alcântara (Governador).
Na ocasião foi lida para os presentes uma estrofe em forma de Martelo criado pelo então Vereador Valci Costa em homenagem a Fundação da Biblioteca. O belo estrofe foi assim escrito:
Vive a Cruz momento de alegria
comemorando seu primeiro aniversário,
aqui se encontra seu primeiro mandatário,
e nos pede: nunca esqueça este dia.
Neste júbilo, gritam os jovens com euforia,
Salve, salve prefeito, grande homem,
Nesta pedra fica escrito o teu nome,
E o povo canta o hino da cidade
E o padre corta a fita da verdade
São momentos de alegria que nos consome.