Depoimento Aluno Pró-Jovem sobre o cinema na Biblioteca em Parceria com o CRAS e Pró-Jovem Adolesente:
Pra falar a verdade,
Eu adorei e não esqueci,
Dos filmes e de tudo que eu vi.
Quando começamos a ver os filmes
E a comentar,
Eu gostei de todos os filmes,
E comecei a me interessar.
Teve vários filmes que,
Tinha a ver comigo,
Filmes sobre a família,
Cenas sobre amigos.
Filmes que retratavam,
Sobre a realidade brasileira,
Cenas de violência,
De tristeza e pobreza.
Mas, não devemos pensar,
Apenas em tristezas,
Lembro das cenas alegres
De desenho animado e brincadeiras.
Deveria ficar pra sempre,
Na memória de todo mundo,
Filmes educativos e que,
Mostram muito sobre tudo.
Espero daqui pra frente,
Tudo fique melhor ainda,
Todos os filmes fiquem interessantes,
E que, nos lembrem da vida.
Queria ficar bem velhinho,
E ainda lembrar,
Desses filmes maravilhosos,
Que vocês costumam passar.
Agradeço a todos da Biblioteca,
E também queria dizer,
Que cada filme que assisti,
Prometo nunca esquecer.
Depoimento de Érika Sabrina – Aluna do Projovem Adolescente do Bairro de Brasília.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Último Repente
Último Repente
Velho Zeca meu poeta
Meu peito é cova de dor.
A gente não combinou
Poema de despedida
Essa coisa tão doída
Carregada de tristeza
Minha rima está presa
Entalada na goela.
Hoje fizeste banguela
A boca da poesia
Apeou da montaria
Amarrou o seu cavalo.
O corpo cheio de calos
Calos de sabedoria
Todo mundo vai um dia
Quando chega sua hora
Meu poeta vai embora
Deixando a casa vazia
Dona Rita bem queria
Envelhecer do teu lado
E não te ver sepultado
Numa cova de cimento
Que toma de sentimento
O peito dos filhos teus
Lamento de cicatriz
Repousa nos olhos meus
Descansa na paz de Deus
Meu velho Zeca Muniz!!!
Orestes Albuquerque
A Colheita
Um passarinho sonhou seu o mar...
Saiu para voar e nele se perdeu...
Do seus espinhos ele fez o amor,
Mas não o pintou,
Por não ter lápis de cor,
E ninguém o entendeu.
Pássaros são assim!
Pois vivem voando...
Estão dentro de si,
Sempre, partindo e ficando...
Seu vôo foi longo,
Com escombros e breus...
E teve alguns tombos,
Mas, um dia arrefeceu...
E hoje, com céu de brigadeiro,
Planeja seu vôo derradeiro...
Já junto dos seus.
Vai velho passarinho:
Segue teu destino!
Pois os teus meninos,
Já sabem cuidar do ninho.
ALQUE
José de Sousa Albuquerque
ZECA MUNIZ -
*26/03/1921
+ 02/07/2011
Eu, JOSÉ DE SOUSA ALBUQUERQUE, vulgo Zéca Muniz; nascido, em Cruz, em 26/03/1921, desde a mais tenra idade me botaram no amanho da terra, cavando o pão na inchada. Nunca tive liberdades pra brincadeiras, e a disciplina no meu tempo era rigorosa, qualquer pequeno erro, a advertência era o cipó; acho que os castigos extrapolaram o meu emocional, e a repressão me fez um reprimido.
Por isso não culpo meus Pais, pois não tinham a luz de como educar os filhos com liberdade e informação; assim foram criados e assim nos criaram.
Na lavoura fiz profissão, e trabalhei com meu Pai até os 20 anos. Aos 21, fui sorteado para o Exército, era a primeira saída - e logo ir enfrentar as armas de guerra - isso me trouxe o peso de um treinamento estafante que me deixou mais deprimido e frouxo do que já era, alem do medo de ir pra guerra. Foram dois anos numa escola da vida, onde a disciplina me estrangulou ainda mais o sistema nervoso e o emocional, se bem que aprendi alguma coisa para o caminho da vida.Mas dei graças quando me licenciaram, a guerra terminou e eu não fui, voltei pra liberdade no meu nascedouro, um pouco abalado no sistema orgânico, mas sentindo na alma a esperança de paz no seio da família.
Em 47, já com 26 anos, me casei sem nem uma noção para uma estrutura de família, mas fomos levando o barco a remo e a vara, nasceram-nos 8 filhos 2 morreram ainda criança. Os seis cresceram aos trancos e barrancos, mais eram todos bem inteligentes, e com o pouco de escola que lhes demos souberam achar caminhos mais fluentes para seguir, e me superaram no trajeto da vida. Regozijo-me, pelo pouco que lhes dei no inicio de suas vidas, pois com este alicerce se ergueram e com o sacrifício de seus trabalhos, ordenados com persistência e perseverança.
Visando estas qualidades, contemplo-os um prodígio de família, nascida de um Pai frágil e desordenado, que levou a vida tangido pelo medo e perturbado pela a ignorância, hoje no fim da caminhada, arranjei um passa tempo nas paginas dos livros e, descobri as falhas que estou apontando; rogo-vos perdoem as minhas falhas e, alerto-os, cuidado com o vicio da boemia, ela arrasa com a saúde moral e corporal.
Os Erros e os frutos, deles, estão no histórico sobre o Zequinha.
Que todos vivam em paz e bem unidos, ADIOS.
Por isso não culpo meus Pais, pois não tinham a luz de como educar os filhos com liberdade e informação; assim foram criados e assim nos criaram.
Na lavoura fiz profissão, e trabalhei com meu Pai até os 20 anos. Aos 21, fui sorteado para o Exército, era a primeira saída - e logo ir enfrentar as armas de guerra - isso me trouxe o peso de um treinamento estafante que me deixou mais deprimido e frouxo do que já era, alem do medo de ir pra guerra. Foram dois anos numa escola da vida, onde a disciplina me estrangulou ainda mais o sistema nervoso e o emocional, se bem que aprendi alguma coisa para o caminho da vida.Mas dei graças quando me licenciaram, a guerra terminou e eu não fui, voltei pra liberdade no meu nascedouro, um pouco abalado no sistema orgânico, mas sentindo na alma a esperança de paz no seio da família.
Em 47, já com 26 anos, me casei sem nem uma noção para uma estrutura de família, mas fomos levando o barco a remo e a vara, nasceram-nos 8 filhos 2 morreram ainda criança. Os seis cresceram aos trancos e barrancos, mais eram todos bem inteligentes, e com o pouco de escola que lhes demos souberam achar caminhos mais fluentes para seguir, e me superaram no trajeto da vida. Regozijo-me, pelo pouco que lhes dei no inicio de suas vidas, pois com este alicerce se ergueram e com o sacrifício de seus trabalhos, ordenados com persistência e perseverança.
Visando estas qualidades, contemplo-os um prodígio de família, nascida de um Pai frágil e desordenado, que levou a vida tangido pelo medo e perturbado pela a ignorância, hoje no fim da caminhada, arranjei um passa tempo nas paginas dos livros e, descobri as falhas que estou apontando; rogo-vos perdoem as minhas falhas e, alerto-os, cuidado com o vicio da boemia, ela arrasa com a saúde moral e corporal.
Os Erros e os frutos, deles, estão no histórico sobre o Zequinha.
Que todos vivam em paz e bem unidos, ADIOS.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Resumo de Leitura - Maio - Projeto Leitura Conectada - Tucuns
Resumo de leitura
(E.E.F. Filomeno Freitas Vasconcelos)
21/05/2011
Prof.: Baltar Silva
Aluno(a): Isabel Daiane Andrade Idade: 13 anos
Assunto: Mãe-d'água
Uma figura de Mãe-d'água muito conhecida em todas as regiões do Brasil. A Iara. Ela é a rainha das águas e costuma aparecer nas noites de lua sentada numa pedra, cachoeiras, rios, lagos e garapés. É uma moça linda, de cabelos compridos. Nem todo mundo vê essa Mãe-d'água com a mesma aparência. Alguns dizem que tem um corpo de mulher normal, outros dizem que da cintura para baixo ela é peixe. Também já foi vista com cabelos de todas as cores, há quem diga que ela é loira, outros dizem que ela tem cabelos tão pretos que parecem azulados e outros dizem que ela tem cabelos verdes. Mas numa coisa todos concordam, seus cabelos são lindos, e ela sabe disso, por isso gosta muito de exibi-los , volta e meia ela aparece se penteando, muito vaidosa com um pente de ouro.
(E.E.F. Filomeno Freitas Vasconcelos)
21/05/2011
Prof.: Baltar Silva
Aluno(a): Isabel Daiane Andrade Idade: 13 anos
Assunto: Mãe-d'água
Uma figura de Mãe-d'água muito conhecida em todas as regiões do Brasil. A Iara. Ela é a rainha das águas e costuma aparecer nas noites de lua sentada numa pedra, cachoeiras, rios, lagos e garapés. É uma moça linda, de cabelos compridos. Nem todo mundo vê essa Mãe-d'água com a mesma aparência. Alguns dizem que tem um corpo de mulher normal, outros dizem que da cintura para baixo ela é peixe. Também já foi vista com cabelos de todas as cores, há quem diga que ela é loira, outros dizem que ela tem cabelos tão pretos que parecem azulados e outros dizem que ela tem cabelos verdes. Mas numa coisa todos concordam, seus cabelos são lindos, e ela sabe disso, por isso gosta muito de exibi-los , volta e meia ela aparece se penteando, muito vaidosa com um pente de ouro.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Resumo de Leitura Escolas - Projeto Leitura Conectada - Caiçara
Resumo de leitura
(E.E.F. João Ladislau de Paulo Magalhães)
(Ano: 6° ano)
Prof.: Paulo Costa Idade: 11Anos
Aluno(a): Sabrina Silva Sales Mês: Maio
Assunto: Vitaminas e minerais Data: 31/05/2011
No belo dia a Emília estava querendo ver as vitaminas que tinham nos alimentos e a tia Nastácia disse: “Tá aprontando né?” e a Emília falou: “Estou procurando e os minerais!” E a tia Nastácia falou que não da pra ver pois são muito pequenas e a Emília falou que ela trouxe um pouco de pó de 'pirilimpimpim'. Ela jogou para cima e desejou conhecer as vitaminas e os minerais dos alimentos, mas quando ela chegou, sem querer, caiu em cima de uma vitamina, ela não gostou e as outras vitaminas perguntaram que tipo de vitamina ela era, Emília confusa falou que era a vitamina EMI, e disse que era nova. Então elas conversaram e apresentaram todas as suas amigas.
(E.E.F. João Ladislau de Paulo Magalhães)
(Ano: 6° ano)
Prof.: Paulo Costa Idade: 11Anos
Aluno(a): Sabrina Silva Sales Mês: Maio
Assunto: Vitaminas e minerais Data: 31/05/2011
No belo dia a Emília estava querendo ver as vitaminas que tinham nos alimentos e a tia Nastácia disse: “Tá aprontando né?” e a Emília falou: “Estou procurando e os minerais!” E a tia Nastácia falou que não da pra ver pois são muito pequenas e a Emília falou que ela trouxe um pouco de pó de 'pirilimpimpim'. Ela jogou para cima e desejou conhecer as vitaminas e os minerais dos alimentos, mas quando ela chegou, sem querer, caiu em cima de uma vitamina, ela não gostou e as outras vitaminas perguntaram que tipo de vitamina ela era, Emília confusa falou que era a vitamina EMI, e disse que era nova. Então elas conversaram e apresentaram todas as suas amigas.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Resumo de Leitura Escolas - Projeto Leitura Conectada - Aningas e Preá
Resumo de leitura
(C.E.B. Paulo Freire)
Prof.: Leandro Sousa 29/05/2011
Aluno(a): Lara Joice Sousa Idade: 10 anos
Assunto: O príncipe sapo
Uma feiticeira muito má transformou um belo príncipe num sapo. Só o beijo de uma princesa desmancharia o feitiço.
Um dia, uma princesa chegou perto da lagoa em que o príncipe sapo morava. Ceio de esperança de ficar livre do feitiço, ele lhe pediu um beijo. Como ela era muito boa, venceu o nojo e, sem saber de nada, atendeu o pedido do sapo. Deu-lhe um beijo. Imediatamente o sapo voltou a ser príncipe, casou-se com a princesa e foram felizes para sempre.
Resumo de leitura
(E.E.F. Leopoldo Manoel de Medeiros)
Prof.: Vera Muniz Junho de 2011
Aluno(a): Francisco Hélio
Assunto: Os Meninos Músicos
Era uma vez, dois meninos e duas meninas que resolveram montar uma banda. Uma menina tocava violão, a outra tocava flauta, um menino tocava teclado e o outro na bateria. Eles tocavam para ganhar dinheiro. Um produtor de música passou ao lado dos meninos e viu que eles tinham talento, o produtor resolveu levar eles pra rádio e pediu que eles colocassem o nome do grupo, eles conversaram e resolveram que a banda se chamaria “Os quatro sonhadores”. Assim seguiram a carreira e fizeram muito sucesso. A mãe de um deles falou: “Filho, obrigado, quando crescer compre uma casa e viva feliz.
(C.E.B. Paulo Freire)
Prof.: Leandro Sousa 29/05/2011
Aluno(a): Lara Joice Sousa Idade: 10 anos
Assunto: O príncipe sapo
Uma feiticeira muito má transformou um belo príncipe num sapo. Só o beijo de uma princesa desmancharia o feitiço.
Um dia, uma princesa chegou perto da lagoa em que o príncipe sapo morava. Ceio de esperança de ficar livre do feitiço, ele lhe pediu um beijo. Como ela era muito boa, venceu o nojo e, sem saber de nada, atendeu o pedido do sapo. Deu-lhe um beijo. Imediatamente o sapo voltou a ser príncipe, casou-se com a princesa e foram felizes para sempre.
Resumo de leitura
(E.E.F. Leopoldo Manoel de Medeiros)
Prof.: Vera Muniz Junho de 2011
Aluno(a): Francisco Hélio
Assunto: Os Meninos Músicos
Era uma vez, dois meninos e duas meninas que resolveram montar uma banda. Uma menina tocava violão, a outra tocava flauta, um menino tocava teclado e o outro na bateria. Eles tocavam para ganhar dinheiro. Um produtor de música passou ao lado dos meninos e viu que eles tinham talento, o produtor resolveu levar eles pra rádio e pediu que eles colocassem o nome do grupo, eles conversaram e resolveram que a banda se chamaria “Os quatro sonhadores”. Assim seguiram a carreira e fizeram muito sucesso. A mãe de um deles falou: “Filho, obrigado, quando crescer compre uma casa e viva feliz.
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