segunda-feira, 29 de março de 2010

Pauta da Publicação do Livro de Zeca Muniz


NOITE DA PUBLICAÇÃO DO LIVRO: “De agricultor a Poeta” de Zeca Muniz – José de Sousa Albuquerque


Composição da Mesa
Abertura – Cirandas Entrameladas com os alunos do Projeto Eu sou Cidadão Amigos da Leitura em Parceria com a Brinquedoteca Municipal;
Apresentação dos Blogs das Escolas e Blog da Biblioteca Ver Novos Escritores com poesias no espaço sem livros publicados – Continuidade do Projeto Leitura Conectada – Parceria Biblioteca – Escolas – Biblioteca – Projeto Música na Escola;
Homenagem ao tamarineiro por Goreti Albuquerque – filha do escritor homenageado na noite;
Apresentação do Livro, ainda não concluído, restando apenas alguns ajustes – Jubileu de Prata de Cruz – Personalidades Históricas;
Situação atual do Projeto Povo Cruzense: Escolas participantes com total exato de novas atualizações no programa;
Início do Estudo – “A rua que eu moro” sobre os representantes que foram homenageados com nomes de Ruas em Cruz – pesquisas iniciais – projetos de Lei – Entrevistas realizadas – gravações;
LANÇAMENTO DO LIVRO - DE AGRICULTOR A POETA – ESCRITOR POPULAR ZECA MUNIZ;
Parabéns ao escritor
Cordel “Cachaça não é água não de Zeca Muniz, divulgado e distribuído para escolas com liberação para cópias sem direitos autorais;
Homenagem do Escritor Popular José de Farias Menezes a Zeca Muniz – VER BLOG DA BIBLIOTECA
Leitura de trechos do Livro por representantes e familiares convidados pelo Escritor e Governo Municipal de Cruz;
Palavras de autoridades presentes;
Autógrafos pelo Escritor e distribuição de livros.

O QUE VOU SER QUANDO CRESCER

Homenagem do filho Zequinha ao escritor Zeca Muniz.

O QUE VOU SER QUANDO CRESCER


Um dia me perguntaram
E eu não soube responder
A pergunta perguntava
O que você vai ser quando crescer?
Que pergunta mais difícil
Que acharam pra me fazer!

Não encontrei a resposta
Mas prossegui meu caminho
Escorregava, caía
Mas nunca estive sozinho
E sempre busquei seu colo
Quando estava em desalinho.

Sempre saí reforçado
De carinho e confiança
Sempre encontrei em você
Uma nova esperança
Você é o porto seguro
Da sua eterna criança.

Tenho respeitado a risca
Todos seus ensinamentos
Me orgulho de ter nas veias
Um pouco do seu talento
És um caule majestoso
E sou um, dos seus rebentos.

Tu és árvore sombria
De frutos especiais
Resistente a secas bravias
E a muitos temporais
Hoje teus frutos são arvores
Que te acolhem, e te dão paz

Eu sou teu fruto, meu velho!
E agradeço a você
E se hoje alguém perguntar
O que quero ser quando crescer?
Não quero nenhum diploma
Nem patente de juiz
Quero ser igualzinho a você
Meu grande "Zeca Muniz"


José Hortêncio da Silveira Albuquerque 26/03/2010

quinta-feira, 25 de março de 2010

Homenagem a Zeca Muniz - José Farias

Ao poeta Zeca Muniz


Zeca Muniz é poeta

Que tem talento e cultura

Uma excelente figura

Qual campeão ou atleta

Realizou sua meta

Com mais textos divulgado

Grande gênio consagrado

Que ficará na história

D’uma invejável memória

Por todos admirado.

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Confesso que foi surpresa

Conhecer este talento

Astro ao todo momento

Brilha com toda clareza

Quisera ter a arandeza

De rima, métrica e oração

Pr’a versar com a perfeição

D’um modesto agricultor

Que é poeta e trovador

E na rima campeão.

______________________________

Foi um simples lavrador

Sem estudo, sem formação

Nos causa admiração

Ser grande compositor

Sua forma, seu valor

Caiu na boca do povo

Seus trabalhos tem aprôvo

Concretizou metas e planos

Com quase noventa anos

Lançou um livro de novo.

___________________________

É poeta de auto-estima

Astro rei da poesia

Fonte de sabedoria

Tem um manancial de rima

D’ele ninguém se aproxima

Nem decresce seu valor

É digno e merecedor

De honra e homenagem

Que enobreça a rica imagem

D’um poeta agricultor.

____________________________

Respeito seus versos quente

Sua rima lapidada

Mesmo em idade avançada

Prova ser eficiente

Poeta bem competente

Que tem rica lucidez

É grande compositor

Seria capaz de compor

Um livro durante um mês.

__________________________

Outrora pobre não tinha

Acesso à Universidade

Quem tinha oportunidade

Freqüentava uma escolinha

Foi uma fase mesquinha

Um povo desinformado

Pobre era desprezado

Nenhum benefício havia

No meu tempo não se via

Filho de pobre formado.

________________________

Foi assim que aconteceu

Com o senhor Zeca Muniz

Mas hoje é homem feliz

Com o dom que Deus lhe deu

Lutou, batalhou , venceu

Ainda goza saúde

É exemplo p’ra juventude:

Seus espelhos nos convida

A darmos mais valor à vida

Mesmo na decrepitude.

_________________________

Quando o poeta desiste

De divulgar poesia

Desperta a melancolia

Num coração mudo e triste

Só o silêncio persiste

Para lhe roubar a calma

Emudece a voz da alma

Sem ter com quem expressar

Se ele não versejar

Acaba sofrendo trauma.


Autor:José Farias

domingo, 21 de março de 2010

Publicação do segundo Livro de Zeca Muniz



Participe deste momento onde a literatura popular
cruzense faz a festa.


É o segundo livro do Escritor Popular de Cruz - Zeca Muniz, com apoio do Projeto Cultura de Casa, por meio da Secretaria da Educação e Governo Municipal de Cruz.

O Evento acontece na Casa da Cultura de Cruz - Biblioteca Pública Municipal - a partir das 18h.

terça-feira, 16 de março de 2010

João Fabião de Sousa - Poesias



Novas poesias no Blog da Biblioteca, no espaço Produções Literárias Cruzenses, do Sr. João Fabião de Sousa, irmão de José Fabião Filho, também neste blog homenageado, guardadas e recuperadas pormeio da memória de José de Farias Menezes, divulgadas por ocasião do centenário de seu nascimento em 01/01/2010, na Capela de Lagoa Salgada.

"Uma forma de preservar a memória de nossos antepassados se faz por meio da escrita que estes deixaram".

Que estas poesias possam ser lidas e apreciadas, poesias do cantador popular que junto com seu irmão José Fabião participou de muitas cantorias pela região.

Visite, leia e aprecie!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Zeca Muniz produz um Cordel



Em fevereiro de 2010, o Sr. Zeca Muniz lançou um Cordel - Cachaça não é agua não... , falando sobre sua vida e como conseguiu após muito esforço deixar a bebida (alcool), trazendo uma verdadeira lição para todos que se propuserem a ler o texto.


O Cordel foi disponibilizado pelo autor para todas as escolas e também autorizou sua cópia sem pagamento de direitos autorais.
Confira o Cordel na integra no link abaixo:



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Homenagem ao tombamento do “Tamarineiro” - Goretti Albuquerque



Homenagem ao tombamento do “Tamarineiro” e aos (25) vinte e cinco anos de emancipação

Patrimônio de Infância.



Estou de volta e

Gestando em mim:

O doce aroma da soma

Dos teus galhos em farfalhos,

E a bandinha na tardezinha

Tocar na capela singela.

Linda placa honrosa te entregam

És tombado entre hino exaltado

Meu Herói, meu presente e passado!

Sou aquela magrela

Escalando e cantando

Minhas dores de amores,

Em um longe bem perto

De repente deslumbrando a mente

Olho o tempo e contemplo

Teus amigos queridos de infância

Cantam em coro teu Hino e badalam os sinos.

Minha árvore valente minha confidente,

Venceste ao incerto, estás preso ao duro concreto.

Por tantas vezes cortados, seus galhos arremessados,

Tuas raízes despontavam tuas folhas verdejavam.

Hoje e sempre terás minas vertentes.

Minh’alma se irradia ouvindo a melodia,

Daqueles velhos tempos guardei doces momentos

Abraçada a Ti beijo-te e choro!

Tamarineiro Querido!

Quem poderia imaginar

Que depois de quatro décadas

Uma bandeira a Ti fossem hoje hastear?

Fui à menina a te escalar para de teus precoces frutos saborear.

Hoje a Porta-Voz e Guardiã dos teus feitos e dias históricos.

Sinto-me assim uma mortal poeta por Ti eternizada

Teu verde floresceu entraste para a História, Árvore Amada!


Goretti Albuquerque - Ceará, 14/01/2010

sábado, 16 de janeiro de 2010

Homenagem ao Jubileu de Prata - José de Farias

O Escritor Popular José de Farias Menezes, também fez sua homenagem ao Jubileu de Prata de Cruz. Foi lida no aniversário da Biblioteca Pública, dia 11/01/2010, e lá recebeu das mãos da Primeira Dama Municipal uma medalha de honra ao Mérito por seus trabalhos literários em Cruz:


Jubileu de Prata do Município de Cruz

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Cruz cidade princesa,
Esplêndida e maravilhosa.
Que ostenta sua grandeza,
Graças sua gente ditosa.
E ao digníssimo Prefeito,
Que antes e após o pleito,
Se esforça a cada data,
Zelando-a igual um tesouro.
Cruz cidade ouro,
Em plena idade prata.
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É lindo seu panorama,
Em virtude do progresso.
Sua beleza leva fama,
Causa bastante sucesso.
Graças a seus governantes,
Pessoas muito importantes,
Cada qual zela-a e retrata,
Que merecem palma e louro.
Cruz cidade ouro,
Em plena idade prata.
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A nova creche infantil,
O orgulho da região.
A exibir belezas mil,
Com sua rica dimensão.
Para o bem de nosso povo,
No entanto a prefeito louvo,
Pessoa digna e sensata,
Pelo empenho duradouro,
Cruz cidade ouro,
Em plena idade prata.
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A vila olímpica cativa,
O olhar do visitante,
Com a grandeza excessiva,
De rica obra gigante.
No seio da natureza,
Expande toda beleza,
Em plena virente mata,
Seu progresso é um estouro,
Cruz cidade ouro,
Em plena idade prata.
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No plebiscito enfrentou,
Séries de dificuldades,
Mas com orgulho emancipou,
Cruz com sua capacidade.
Com honra e glória a enaltece
Dela jamais se esquece.
Com inerente zelo a trata,
A cada ano vindouro,
Cruz cidade ouro,
Em plena idade prata.
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São inúmeros os benefícios
Dignos da gente citar.
Além de justo propícios
Mas não consigo rimar.
Em virtude de ser tema,
Não admito em poema,
Rima ridícula ou abstrata,
Considero desaforo,
Cruz cidade ouro,
Em plena idade prata.
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Presto esta humilde homenagem
A todos seus governantes.
Pelo esforço e coragem,
São pessoas importantes,
Por seus trabalhos prestados,
Unidos e bem preparados,
Ninguém difama e detrata,
Um monumento, um tesouro,
Cruz cidade ouro,
Em plena idade prata.
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De José de Farias: 14/01/2010.